quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Sem ela


Ontem à noite, da minha cama
Inundada de silencio e escuro

Pensei ouvir você me chamar
Mas era o vento, era o vento.

Em meio a chuva que fustigava
As árvores, as flores e vidraças.

Pensei ter visto você surgir nua
Por entre distancias impossíveis

- Mas era a noite, era a noite -.
Que não me deixava ver  nada.



Fabiano Silmes

Um comentário:

Rafaela G. Figueiredo disse...

poema romântico-simbolista: dois estilos de q gosto muito.
as imagens são sutis, mas a cena tem pulso.
bonitos versos!

um beijo