quarta-feira, 17 de setembro de 2008

A agonia e o desespero







Nunca fui feliz.Tudo foi se transformando em cinzas.
Meu caminho se perdeu nos dissabores da angustia.
Fui da liberdade um escravo, da morte um amante.
Eu lutei com todas as minhas forças e nada ganhei.
Ah! Como sofri em desatino por falta de um abraço.
Toda tristeza eu guardei em meu peito angustiado.
Hoje sou uma sombra fugidia do que eu fui um dia.
Tudo que me resta é escrever no silêncio desta noite,
De febre e dor, os tristes versos da minha despedida.

Silmes,Fabiano

3 comentários:

Godet disse...

O verde dos olhos na paisagem das feições.
O brilho do querer na profundida do desejo,
uma vida pouca, adulando as ondas...
que quebram nas pedras,
que constroi a estrada do círculo,
que te volta com meu sorriso,
nessa boca sem fala.
bjs

Angela disse...

nossa.......
Esse texto é o que eu passei alguns meses atrás...
Bjim!!!!!!!!!!

Mensageiro Obscuro disse...

Esse verso suicida é lindo, lembra-me a doce e fatal mistura de ultra-romantismo e simbolismo.